Pistas e imagem dadas para reflexão:
Pesquisa e localização eficaz da informação. Comunicação e colaboração. Criatividade e inovação. Pensamento crítico, solução de problemas e tomada de decisões. Autonomia, responsabilidade e cidadania digital. Estas são, hoje em dia, palavras-chave da educação. De que modo a tecnologia participa, ou pode participar, nestes processos?
Já nos anos 80 e 90 do século XX, alguns autores, dos quais podemos destacar David Jonassen, investigavam e refletiam sobre o modo como diferentes tipos de software digital podiam ser considerados ferramentas cognitivas que permitiam ajudar os alunos «a organizar ideias e a construir o conhecimento, como as ferramentas do marceneiro ajudam na construção de novos projetos de mobiliário, funcionando sobretudo como extensão da capacidade humana de invenção e de criação» [Jonassen, 2007]. O autor define ferramentas cognitivas como instrumentos digitais que funcionam como parceiros intelectuais, exigindo que os alunos pensem de forma significativa e representem o conhecimento construído. Será que é desta forma que olhamos e nos relacionamos com as ferramentas digitais? E os nossos alunos, é desta forma que as utilizam? Que cenários se desenham para o futuro? [Cf. Horizon Report 2013]
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