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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Reflexão

Esta primeira semana foi realmente de ambientação ao curso, na tentativa de perceber como posso usufruir melhor desta nova metodologia de ensino. Fez também reacender uma reflexão sobre as minhas prioridades pessoais, a gestão de tempo e a qual a importância e que impacto os diferentes tipos de comunicação têm para mim.

Semana 1 [8 a 14 de Julho]: Ambientação

A minha visão do tempo

Depois de ler os textos, seguir o fórum desta semana e pensar um pouco sobre este tema do tempo, cheguei à conclusão que não consegui que ainda não encontrei o "espaço" que queria na minha lista do que é urgente, prioritário e acessório, para esta formação se assim não fosse já teria escrito esta reflexão até domingo língua de fora.
De qualquer modo, penso que ainda "há tempo" para a partilha da minha reflexão sorriso. Ao ler o texto de como gerir o tempo e as várias contribuições ao longo da semana, não me consegui abstrair da "urgência" de o tentar definir conceptualmente (a tendência humana que temos para chegar a um entendimento lógico das "coisas" de forma a nos sentirmos melhor, porque lidar com o indefinido ou pouco definido é sempre mais difícil). Depois de alguma pesquisa de definições do tempo a que melhor retrata a forma como o temos vindo a analisar é "a grandeza física que permite medir a duração ou a separação das coisas mutáveis/sujeitas a alterações (ou seja, o período decorrido entre o estado do sistema quando este apresentava um determinado estado e o momento em que esse dito estado regista uma variação perceptível para o observador".
Ou seja, variando o tempo de acordo com a nossa percepção e de acordo com as variações mutáveis observáveis o tempo é então aquilo que, de facto, "fazemos" e percepcionamos que ele seja. Por isso mesmo, as crianças tem uma percepção que o tempo passa muito "devagar" e os adultos por terem outra percepção e outras tantas prioridades e urgências sentem que o "tempo urge", apesar de todos (tanto crianças como adultos) termos exactamente a mesma quantidade de tempo cada dia.
Sendo assim, a vivência do nosso tempo/vida está sempre "entranhada" com a nossa percepção e organização (definição de prioridades) e, por isso, muitas vezes medimos o tempo pela quantidade daquilo que fazemos num determinado espaço (deixo aqui um link de uma reflexão muito interessante sobre a dependência tempo-espaço, que li também a propósito deste tema, para aqueles que tenham tempolíngua de fora).
Assim, para tirarmos partido desta formação teremos que reflectir qual a importância que esta formação tem para nós, para a podermos colocar no devido lugar na nossa "lista" de urgências e prioridades, organizando o nosso tempo de forma a conseguirmos sentir a mudança que projectámos ao investir na mesma. sorriso