sexta-feira, 26 de julho de 2013

Semana 3 [22 a 28 de Julho] Aprender: Ideias feitas

Vamos ousar questionar aquilo que nos parece óbvio?

(Escolhi questionar a relação entre a autoestima dos alunos, a aprendizagem e o papel do professor na relação de ambas)

 

Que influência tem a autoestima na aprendizagem? Que influência têm os professores na autoestima dos alunos? Não têm os professores à partida essa influência? Porque se diz que os professores por não serem especializados em factores emocionais podem não conseguir melhorá-la? Não será também uma ideia feita que só os psicólogos têm a capacidade de promover a autoestima dos alunos? 

 
Autoestima é a componente avaliativa (afectiva) que faz parte de um conceito mais abrangente que é o autoconceito: a imagem que cada um tem de si, que é formado a partir de vários factores (julgamento do próprio e por parte dos outros do seu comportamento, do feedback que recebe e ainda da comparação que faz do seu comportamento com os pares significativos).
A autoestima varia de acordo com a comparação que cada um faz entre a sua imagem real e a ideal. Resulta da relação que se estabelece entre os objectivos que formaliza e o êxito que tem em alcançá-los. Assim, cada um sente-se bem e com boa autoestima se os objectivos e o êxito andarem a par e vice-versa.
É claro que se a autoestima é boa o aluno aprende melhor. Mas, considero que o papel dos professores é também fundamental na construção dessa autoestima (melhor ou pior que ela se transforme).
Entendo que as expectativas enquanto professores podem afectar a forma como os alunos podem formular melhor ou pior os seus objectivos e, posteriormente se alcançam o êxito ou não. Por isso, fomentar o diálogo com os alunos é muito importante, para perceber qual o impacto no aluno que têm as nossas intervenções.
 
Estarão de facto os professores atentos à importância da autoestima na aprendizagem à partida, ou apenas quando se dão conta de um caso mais sério (digamos assim)? Se estão, consideram-se parte importante no desenvolvimento da mesma?



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Reflexão

Apesar desta semana me ter aberto a porta para as histórias digitais (o que são e como  já são utilizadas em contextos de aprendizagens formais e os seus resultados), não foi uma semana fácil...
Foi realmente um grande desafio, o proposto: fazer a minha narrativa pessoal.
A dificuldade não foi escolher qual a ferramenta digital, ou como operar com ela... foi a reflexão que implicou...
O tentar caminhar na "direcção oposta à do tempo" e reconstruir o caminho de experiências feitas por mim durante a minha aprendizagem, não foi nada fácil...
Não foi fácil organizar a minha experiência de aprendizagem para que a pudesse contar aos outros... Porquê? Porque normalmente apenas conto pequenas histórias pontuais sobre a minha aprendizagem que veem a propósito de algum assunto ou tema que discuto com alguém. A dificuldade, por isso, residiu no facto de nunca ter tentado reconstrui-lo sozinha, i.e. sem nenhum assunto vir a propósito, ou sem nenhuma pergunta concreta.
Reconstruir uma caminhada, nem sempre é fácil, porque algumas das pegadas já estão apagadas... porque existiram momentos menos bons, e aqueles que foram marcantes nem sempre são fáceis de explicar porquê... Por isso, o resultado foi o que publiquei, um pouco a medo, por não estar certa que aquela seja A mensagem que reflecte o meu caminho de aprendizagens... Mas, será pelo menos uma delas...

 





Semana 2 [15 a 21 de Julho]: Narrativas pessoais

Digital Storytelling


ver o vídeo aqui: http://sdrv.ms/13Xx6WP
(é necessário ter audio)

Aqui está uma pequena narração que fiz sobre o meu percurso escolar, fruto da reflexão sobre o percurso da minha aprendizagem formal, onde são destacadas as experiências, pessoas e acontecimentos mais marcantes!


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Reflexão

Esta primeira semana foi realmente de ambientação ao curso, na tentativa de perceber como posso usufruir melhor desta nova metodologia de ensino. Fez também reacender uma reflexão sobre as minhas prioridades pessoais, a gestão de tempo e a qual a importância e que impacto os diferentes tipos de comunicação têm para mim.

Semana 1 [8 a 14 de Julho]: Ambientação

A minha visão do tempo

Depois de ler os textos, seguir o fórum desta semana e pensar um pouco sobre este tema do tempo, cheguei à conclusão que não consegui que ainda não encontrei o "espaço" que queria na minha lista do que é urgente, prioritário e acessório, para esta formação se assim não fosse já teria escrito esta reflexão até domingo língua de fora.
De qualquer modo, penso que ainda "há tempo" para a partilha da minha reflexão sorriso. Ao ler o texto de como gerir o tempo e as várias contribuições ao longo da semana, não me consegui abstrair da "urgência" de o tentar definir conceptualmente (a tendência humana que temos para chegar a um entendimento lógico das "coisas" de forma a nos sentirmos melhor, porque lidar com o indefinido ou pouco definido é sempre mais difícil). Depois de alguma pesquisa de definições do tempo a que melhor retrata a forma como o temos vindo a analisar é "a grandeza física que permite medir a duração ou a separação das coisas mutáveis/sujeitas a alterações (ou seja, o período decorrido entre o estado do sistema quando este apresentava um determinado estado e o momento em que esse dito estado regista uma variação perceptível para o observador".
Ou seja, variando o tempo de acordo com a nossa percepção e de acordo com as variações mutáveis observáveis o tempo é então aquilo que, de facto, "fazemos" e percepcionamos que ele seja. Por isso mesmo, as crianças tem uma percepção que o tempo passa muito "devagar" e os adultos por terem outra percepção e outras tantas prioridades e urgências sentem que o "tempo urge", apesar de todos (tanto crianças como adultos) termos exactamente a mesma quantidade de tempo cada dia.
Sendo assim, a vivência do nosso tempo/vida está sempre "entranhada" com a nossa percepção e organização (definição de prioridades) e, por isso, muitas vezes medimos o tempo pela quantidade daquilo que fazemos num determinado espaço (deixo aqui um link de uma reflexão muito interessante sobre a dependência tempo-espaço, que li também a propósito deste tema, para aqueles que tenham tempolíngua de fora).
Assim, para tirarmos partido desta formação teremos que reflectir qual a importância que esta formação tem para nós, para a podermos colocar no devido lugar na nossa "lista" de urgências e prioridades, organizando o nosso tempo de forma a conseguirmos sentir a mudança que projectámos ao investir na mesma. sorriso

Inauguração: Viagem pela minha aprendizagem


    Aceitei o desafio que me foi proposto e a partir de agora começarei a minha viajem nesta aventura que foi/é/será a minha aprendizagem...
    Aqui serão partilhados os frutos dessa viagem que será feita a partir da reflexão sobre a minha aprendizagem, ao longo da vida, seguindo as linhas orientadoras do curso de Verão e-learning "Estratégias de Aprendizagem para Professores" da Universidade Aberta. Assim, espero também poder contribuir para a construção de reflexão conjunta.